domingo, 17 de janeiro de 2016

Governo Federal apoia a orientação homossexual e livros que ensinam a prática do sexo, com ilustrações, para crianças do ensino fundamental

Fique de olho nesse livrinho. A escola do seu filho poderá adotá-lo.

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Nossas crianças estão cada vez mais indefesas dentro das próprias escolas. Veja um novo exemplo de livros que estão invadindo as salas de aula com o objetivo não só de disseminar o gayzismo e o bissexualismo mas também agora o de estimular crianças a partir de 9 e 10 anos a fazerem sexo. O livro é sugerido pelo MEC a diretores e professores da rede pública e privada de ensino.

O blog Portal Fé em Jesus mostrou em reportagem como livros didáticos e paradidáticos que exaltam o homossexualismo e a "família" formada por um casal gay estão chegando nas escolas do país sob sugestão e estímulo do MEC. Disfarçadamente, o kit gay concebido pelo governo para ser distribuido nas escolas, em que pese o recuo do então ministro da Educação, Fernando Haddad, vai sendo introduzido no ambiente escolar, atingindo crianças a partir dos seis anos de idade até os adolescentes no Ensino Médio.  
    
A imagem ao lado é de uma página do livro, que induz a criança a ler o Kama Sutra famoso livro indiano que ensina diversas posições para se praticar sexo.

São livros que não ensinam apenas como colocar um preservativo no pênis. Eles ensinam que um casal homossexual ou bissexual deve ser aceito pelas crianças e que não há nada de errado se um coleguinha for adotado por dois "país" ou duas "mães". Esses livros também interagem com as crianças, como o modelo que este Blog mostra abaixo. Ele se chama "Aparelho Sexual & Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas", escrito pela autora francesa Hélène Bruller e editado no Brasil desde 2007 pela Companhia das Letras.

Para esta autora e para quem publica uma obra dessas, "criança descolada" é criança que está pronta para fazer sexo. Vejam abaixo várias imagens do livro e notem que ele ensina as crianças a transarem, exibindo posições sexuais, explicando o orgasmo e o que se pode sentir com a prática sexual, etc.
Em outra página do mesmo livro, as crianças são estimuladas a colocar o dedo num buraco feito no livro onde se pode simular um pênis ou a introdução dele numa vagina.

                  O texto, publicado em diversos blogs, apontava que o livro "Aparelho Sexual & Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas” era um escândalo e mesmo assim era recomendado pelo governo para professores utilizarem nas escolas. Leia trechos:
" Governo Lança Cartilha que Estimula Crianças de 09 e 10 Anos de Idade a Fazer Sexo: Nossas crianças estão cada vez mais indefesas dentro das próprias escolas. Veja um novo exemplo de livros que estão invadindo as salas de aula com o objetivo de estimular crianças a partir de 9 e 10 anos a fazerem sexo. O livro é sugerido pelo MEC a diretores e professores da rede pública e privada de ensino."
"São livros que não ensinam apenas como colocar um preservativo no pênis. Esses livros também interagem com as crianças, como o modelo mostrado abaixo. Ele se chama "Aparelho Sexual & Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas", escrito pela autora francesa Hélène Bruller e editado no Brasil desde 2007 pela Companhia das Letras."

O Pr. Carlos A. Neto, autor deste blog " Dias Finais" selecionou mais onze livros que visam "orientar" as crianças e adolescentes como aceitar a homossexualidade e ter relacionamentos "normais" homoafetivos.

LIVRO 1 -    Tal Pai, Tal Filho, de Georgina Martins
Um menino decide se tornar bailarino, mas, para isso, precisa enfrentar o preconceito de seu próprio pai, que sempre lhe contou histórias de homens "cabras-machos" de sua terra. Ilustrações de Sergio Serrano.
LIVRO 2 -  Amor Entre Meninas, de Shirley Souza
Com leveza e dinamismo, a autora responde diversos questionamentos sobre sexualidade que garotas fazem a si mesmas na adolescência. Achar uma pessoa do mesmo sexo bonita não significa que você é gay. E, se for, fique tranqüila: tem nada de errado nisso.
LIVRO 3 - Olivia Não Quer Ser Princesa, Ian Falconer
A porquinha Olívia é diferente de suas amigas. Todas elas querem ser princesas, adoram cor-de-rosa e varinha de condão. Olívia começa a se perguntar por que todo mundo tem que pensar do mesmo jeito, ser a mesma coisa e, o mais importante, o que ela quer ser? :
LIVRO 4 - Ceci Tem Pipi ?, de Thierry Lenain
Para Max sempre tudo foi muito simples: existem as pessoas "Com-pipi" e as pessoas "Sem-pipi". Os Com-pipi são considerados os mais fortes, mas Max se confunde com sua nova coleguinha de escola, Ceci. Ela gosta de fazer tudo o que meninos fazem. O garoto começa a se perguntar se a Ceci tem é dos Com-pipi, assim como ele. Ilustrações de Delphine Durand.

LIVRO 5 - Meu Amigo Jim, de Kitty Crowther
Os amigos Jim e Jack são uma gaivota e um melro, respectivamente. Eles passam muito tempo juntos e as outras aves acham isso bem esquisito – mas Jim e Jack não estão nem aí para isso. A autora e ilustradora ainda fala sobre preconceito racial e leitura em Meu Amigo Jim. 
LIVRO 6 - A História de Júlia e Sua Sombra de Menino, de Christian Bruel, Anne Galland e Anne Bozellec
Os pais de Júlia não gostam nada, nada dos modos da filha: dizem que ela se parece com um menino em tudo que faz. Quando a sombra de Júlia fica igualzinha a de um menino, ela se sente triste e começa a questionar sua identidade.

LIVRO 7 - Meus Dois Pais, de Walcyr Carrasco
O pai e a mãe de Naldo vão se divorciar. O garoto vai morar com o pai e um amigo dele, Celso, embora todo mundo seja contra isso. Tudo vai muito bem até dizerem para Naldo que seu pai é gay. Ele fica desnorteado, mas uma conversa resolve a situação: o menino entende que isso não muda o amor do pai por ele. Ilustrações de Laurent Cardon.
LIVRO 8 - Do Jeito que a Gente É, de Márcia Leite
O adolescente Chico quer assumir para a família que é gay. Béa detesta sua aparência e quer aprender a se aceitar. A história dos dois personagens é contada com sensibilidade, leveza, emoção e sem clichês.

LIVRO 9 - Olívia Tem Dois Papais, de Márcia Leite
A curiosa menina Olivia tem dois pais. Um brinca de bonecas com ela; o outro sabe cozinhar. Ela fica intrigada com isso. Surge outra dúvida: Quem vai lhe ensinar a usar maquiagem e salto alto se nenhuma mulher mora com eles três?
LIVRO 10 - O Fado Padrinho, o Bruxo Afilhado e Outras Coisinhas Mais, de Anna Claudia Ramos
Para o menino Luar, a ideia de se tornar um fado madrinho é simplesmente perfeita para realizar seu desejo de ajudar todas as pessoas do mundo que precisam de uma forcinha. Ele não se importa se ser fada madrinha é "coisa de menina". Ilustrações de Tatiana Paiva.
LIVRO 11 - Menina Não Entra, de Telma Guimarães Castro Andrade
Um grupo de amigos quer formar um time de futebol, mas não aceitam que Fernanda se junte a eles – porque ela é menina, e meninas não jogam futebol. Mas quando Fernanda lhes mostra que é boa jogadora, percebem que se enganaram e preconceito não ajuda ninguém a ganhar. As ilustrações são de Ellen Pestili.


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Livro para biblioteca escolar exibe até pedofilia.               Agora é do governo federal
Por: Reinaldo Azevedo  http://veja.abril.com.br/colunistas

Pedofilia
Leiam o que vai abaixo, do jornal “Agora”, da mesma empresa que edita a Folha, que circula só em São Paulo. Volto no post seguinte. Por Adriana Ferraz:
A história se repete, desta vez no âmbito federal. Um livro distribuído pelo MEC (Ministério da Educação) às escolas públicas de São Paulo contém cenas de violência, sexo explícito, estupro e até pedofilia. A linguagem de “Um Contrato com Deus” é a dos quadrinhos, porém indicados para os alunos do ensino médio –a partir de 15 anos.
A obra, no entanto, chegou a colégios onde há turmas a partir da 5ª série, quando os alunos têm, em média, 11 anos.
A publicação faz parte do acervo do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) e é enviada diretamente para os colégios cadastrados. No Estado, são 5.682 participantes, das redes estadual e municipal, que recebem as caixas.
O livro não é didático e, por isso, não segue direto para as mãos dos alunos. Fica à disposição nas bibliotecas como instrumento complementar de leitura. O autor, Will Eisner, é considerado o artista mais importante dos quadrinhos e da cultura pop do século 20.
Os textos e ilustrações exigem um elevado poder de interpretação. Em “Um Contrato com Deus”, uma criança levanta a roupa para um adulto após pagamento em dinheiro. Não há violência física, mas sugestão de pedofilia.
Em outro capítulo, uma mulher é estuprada, outra é espancada e um bebê, arremessado em um sofá por um homem bêbado, aos gritos desesperados da mãe. Para a professora Marta Scarpato, da pós-graduação da PUC-SP, um contexto extremamente violento que exige discussões politizadas na sala de aula.
“Está havendo mesmo um descuido. A realidade de nossos alunos e nossas escolas não colabora para o desenvolvimento de um trabalho crítico, necessário nesse caso. Os alunos mal sabem ler e escrever, os professores têm de cuidar de turmas superlotadas e as bibliotecárias não têm preparo para recomendar livros de acordo com a idade.”
Para Vitor Paro, da Faculdade de Educação da USP, falta respeito e conhecimento e sobra ignorância. “As pessoas têm um conceito vulgar da coisa. Acham que é preciso apelar para estimular a criança ou o jovem a ler. Não sabem que a educação é muito mais complexa, que, para ensinar, é preciso ter conhecimento técnico. Que comissão é essa que escolhe esse livro? Por que dar preferência a isso? Esse tipo de educação é de entretenimento”, diz.

Caça às bruxas
“Por que os livros de Jorge Amado ou Machado de Assis não recebem indicação para adultos? Por que a censura com os quadrinhos? Isso só mostra o maravilhoso poder de comunicação deles”, afirma Rogério de Campos, diretor da Conrad, editora especializada no segmento.
Para Campos, a atual “caça às bruxas” pode levar a uma censura extrapolada. “Quantos livros, quadros ou filmes sugerem violência? Mesmo a Bíblia tem muitas passagens que podem ser censuradas.”
A Devir, editora de “Um Contrato com Deus”, diz que não faz classificação etária do livro.
Fiquei horrorizada
Por Gilberto Yoshinaga:
Ao folhear os livros enviados pelo governo federal no início do mês, a diretora de uma escola estadual da Grande SP se assustou com “Um Contrato com Deus”. Por conta própria, tirou o volume da biblioteca, frequentada por alunos da 5ª série (11 anos).
A vistoria prévia aconteceu por causa de outros livros polêmicos, enviados pelo governo estadual . Com palavrões e referências a estupro, as obras estavam num kit para a 3ª série –alunos de nove anos. “Eu tinha esses livros recolhidos pelo Estado e fiquei com isso na cabeça. Resolvi ver a caixa do MEC, mas não esperava encontrar uma coisa dessas. Fiquei horrorizada”, disse.
“Por sorte, não tínhamos catalogado esse livro e, por isso, nenhuma criança viu. A capa é muito bonita, o título dá a entender que se trata de algo meio religioso”, afirma. “O conteúdo é totalmente diferente do que parece. E não acho que seja educativo.”



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