segunda-feira, 27 de abril de 2015

Novela Babilônia faz família “conservadora” parecer caricata e esforça-se para ridicularizar o povo evangélico


DO JEITO QUE O DIABO GOSTA
Os autores da novela Babilônia parecem ter decidido responder ao boicote feito por evangélicos e inseriram na trama críticas indiretas aos fiéis de pensamento conservador.
O personagem do ator Marcos Palmeira, Aderbal Pimenta, prefeito de uma cidade fictícia e político corrupto, é protagonista de diversas contradições com relação à sua declaração de fé e vida na prática.
Descritos como cristãos, Aderbal e seus familiares são contra a homossexualidade, tem antipatia por ateus e demonstram intolerância contra quem não pensa como eles. Na trama, Aderbal já contratou uma garota de programa, engravidou sua empregada doméstica e a obrigou abortar, mentiu para a mãe e a esposa, além de planejar uma obra superfaturada.
Babilônia tem sido a novela das 21h00 de menor audiência da Globo até o momento, e os autores Ricardo Linhares, Gilberto Braga e João Ximenes Braga tem exposto tais personagens de maneira a despertarem revolta no público.
Em um episódio recente, a cena em que o personagem ateu apresenta suas mães (casal de lésbicas) à sua namorada (filha do religioso e corrupto prefeito Aderbal), a jovem faz críticas à união homossexual, dizendo que aquilo era “imoral” e “pecado”, e rapaz responde dizendo que “ela não tem direito de dizer o que é certo e errado”.
A maneira como o diálogo foi escrito expôs claramente como o pensamento religioso é desprezado pelos autores da novela, pois a personagem da jovem cristã foi tratada como alguém intolerante, hipócrita e de opinião tacanha.
Em outro capítulo, uma das lésbicas da novela, interpretada por Fernanda Montenegro, fez a defesa do casamento gay numa entrevista, enquanto a família de Aderbal assistia e criticava, chamando-a de “mulher macho”.
A parcialidade está no fato de que os autores reduzem a personagens caricatos a grande maioria da sociedade brasileira que tem pensamento conservador. A tentativa de emplacar a ideia de que ser conservador é ser intolerante e semelhante ao corrupto Aderbal ou à sua família hipócrita soa desonesto intelectualmente.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

COISAS DE CRIANÇAS, LIVRES...

         
Este vídeo retrata coisas corriqueiras da vida de uma criança dos anos 60/70 que nunca foi um estorvo ou criaram "traumas" em ninguém.   pelo contrário, ensinou-nos a sermos livres, alegres, felizes e sadios.
   
         Sem o ECA, sem Conselhos Tutelares, sem Lei da Palmada... Muitos de nós levamos palmadas, varadas ou tomamos uma "surra" com o cinto de couro do papai;  nem por isso ficamos com traumas existenciais ou nos tornamos marginais por esse motivo.
           
          As únicas coisas que não haviam naquela época eram mães que criam filhos, sozinhas... e filhos de pais separados.

           A maioria dessas crianças, hoje são médicos, pedreiros, professores, advogados, militares, motoristas, gerentes de loja, policiais e até mesmo, políticos honestos.

           Mas assista esse pequeno vídeo de pouco mais de quatro minutos e veja se você se imagina em algumas dessas situações.

       


Postado por Carlos A. Neto em sexta, 24 de abril de 2015

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O Jardim do Inimigo -- O crente sem compromisso