quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O TERCEIRO TEMPLO - SINAIS DA VOLTA DE JESUS CRISTO

Abdul Salam Abadi, ministro jordano para as dotações islâmicas, afirmou que Israel quer repartir o Monte do Templo em Jerusalém.
O ministro acusou publicamente Israel nesta passada quarta-feira de querer dividir o recinto da praça do Monte do Templo, actualmente conspurcado pelo Domo da Rocha e mesquita de Al-Aqsa, para erigir ali o seu Terceiro Templo.
Segundo a comunicação social jordana, o ministro para as dotações islâmicas partilhou com uma delegação de clérigos australianos de visita à Jordânia "ter recebido instruções da liderança hashemita" para salvaguardar a identidade árabe e muçulmana de Jerusalém.
DOMO DA ROCHA
Abadi disse que Israel estava planeando separar a mesquita dos seus pátios com uma estrutura de 144 dunam.
A Jordânia, que estendeu a sua soberania a Jerusalém oriental e à Margem Ocidental em 1950, continua a administrar os lugares sagrados islâmicos no Monte do Templo. Abadi referiu à delegação australiana que o seu ministério emprega 600 funcionários civis em Jerusalém e supervisiona 40 escolas em Jerusalém.
Segundo o diário jordano independente "Al-Ghad", Abadi vincou a necessidade de apoiar os residentes de Jerusalém "na sua perseverança face aos repetidos ataques israelitas à sagrada mesquita de Al-Aqsa e aos lugares sagrados islâmicos em Jerusalém."
Só que o ministro não especificou ao que é que se refere de facto...
Israel assinou um acordo de paz com a Jordânia em 1994.
O departamento jordano para as dotações islâmicas, conhecido como "Waqf", que administra a praça que rodeia a mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha, proíbe os judeus de orarem no Monte do Templo, onde outrora se ergueram os 2 grandes Templos judaicos de Jerusalém.
Nota Pessoal: Já o tenho dito e repito, este é o grande plano de Israel. Este foi o grande objetivo dos israelitas formarem um Estado. Eles está persuadidos que esta é a vontade de
Deus e não desistirão. Não é vão que Barack Obama ali está!  Este é um dos principais Rumores do Fim.
José Carlos Costa

“Filho de Deus”: Depois do sucesso de “A Bíblia”, episódios da série que contam a vida de Jesus vão virar filme




EIS AÍ O MEU FILHO, DE QUEM ME COMPRAZO
“Filho de Deus”: Depois do sucesso de “A Bíblia”, episódios da série que contam a vida de Jesus vão virar filme

Os produtores da aclamada série “A Bíblia” anunciaram recentemente que farão uma adaptação para o cinema dos episódios da produção que contam a história de Jesus. Intitulado “Son of God” (Filho de Deus), o filme será lançado nos cinemas dos Estados Unidos no dia 28 de fevereiro de 2014.

O filme será lançado pela Twentieth Century Fox, e contará com um relato detalhado da vida de Jesus, incluindo seu humilde nascimento e ensinamentos, até sua ressurreição. A produção será feita a partir dos cinco episódios da série que tratam da vida de Jesus Cristo, e também cenas que ainda não foram reveladas ao público.

- Eu não sei se poderia ter ousado sonhar que teria acabado com a nossa história na tela desta maneira. Todos os caminhos levaram a isso – afirmou Roma Downey, que produziu a série ao lado de seu marido, o pastor Rick Warren.

- Estamos muito entusiasmados por trabalhar com a Twentieth Century Fox para liberar “Son of God” como um grande filme – completou Downey, segundo o site USA Today.

- Eu vi a maioria dos filmes sobre Jesus produziu nos últimos 50 anos. “Son of God” está sozinho, em uma classe por si só. É um filme poderoso e comovente, o melhor filme de Jesus que eu já visto. Estou muito feliz que a Twentieth Century Fox está distribuindo este filme e eu sei que vai ser uma bênção para milhões de pessoas – afirmou Warren.

Segundo os produtores Downey e Burnett, seu foco com o projeto, desde o seu início, foi a de criar uma experiência que poderia ser abraçada por todos em todas as denominações, bem como os não-cristãos.

- Eu recomendaria para os indivíduos, e, particularmente, para as famílias, esta maravilhosa história do Filho de Deus, a fim de se inspirar mais uma vez com a história de amor de Deus por nós – disse o cardeal Donald Wuerl, Arcebispo de Washington DC.
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Ainda não há previsões sobre a estreia do filme no Brasil.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

ZELOTE: A VIDA E OS TEMPOS DE JESUS DE NAZARÉ

JESUS CRISTO O REI DOS REIS


Temas polêmicos ligados à religião são, normalmente, um ingrediente central em obras literárias de grande apelo popular, e um tema que frequentemente leva livros a serem um sucesso de vendas. Usando Jesus como tema, é exatamente esse o caso da obra que lidera há três semanas a lista de mais vendidos do The New York Times e da Amazon.

Lançado há um mês nos Estados Unidos, o grande best-seller atual é Zealot: the life and times of Jesus of Nazareth (Zelote: a vida e os tempos de Jesus de Nazaré), um livro escrito pelo iraniano Reza Aslan que mostra Jesus como um revolucionário que tinha por objetivo expulsar os romanos da Judeia, criar um reino de Deus na Terra e assumir seu trono.

- Ele era um zelote revolucionário, que atravessou a Galileia reunindo um exército de discípulos para fazer chover a ira de Deus sobre os ricos, os fortes e os poderosos – escreve Aslan no começo de seu livro.

O termo “Zelote” significa “Alguém que zela pelo nome de Deus”, mas é também usado para descrever um religioso fervoroso, ou até mesmo fanático. Os zelotes eram um político judaico que defendia a rebelião do povo da Judeia contra o Império Romano, formado por pessoas que pretendiam expulsar os romanos pela força.

Estudioso de religiões e professor de escrita criativa na Universidade da Califórnia, Aslan é muçulmano e alavancou ainda mais as vendas do livro depois de uma entrevista concedida à rede de televisão americana Fox News, em que foi questionado pela âncora Laura Green se tinha direito, por ser muçulmano, de escrever um livro sobre Jesus.

Em sua resposta, o estudioso afirmou que escreveu o livro como acadêmico com doutorado e especializações em história das religiões e 20 anos de estudo das origens do cristianismo. Essa polêmica aumentou as vendas do livro em 50%, e desbancou recordistas de vendas como a britânica J.K.Rowling, autora de Harry Potter.

De acordo com a revista Época, o tema central do livro é uma inversão da visão atual que o cristianismo tem sobre Jesus. Aslan defende em seu livro que Jesus não foi um pacifista que, diante da violência, “oferecia a outra face” e amava os inimigos, mas um revolucionário, cujo objetivo principal era expulsar os romanos da Judeia, criar um reino de Deus na Terra e assumir seu trono.

De acordo com o livro, Jesus agiu como muitos revolucionários ao buscar seus discípulos “entre aqueles que se viram lançados à margem da sociedade, cujas vidas tinham sido interrompidas pelas mudanças sociais e econômicas que ocorriam por toda a Galileia”. Por isso, ele afirma que Jesus obteve um grande apreço popular, conquistando o povo com seu carisma.

- Ele era visto como alguém com autoridade, mas, ao contrário dos escribas inacessíveis e dos sacerdotes ricos, parecia um homem do povo, uma dádiva de Deus – descreve o escritor.

Sua argumentação é baseada, principalmente, no relato da entrada de Jesus em Jerusalém de forma triunfal, montado num jumento, quando foi recebido pelo povo sob gritos de Hosana, salmos e com ramos de árvores sendo jogados à sua frente.

- Mais do que qualquer outra palavra ou ação, sua entrada em Jerusalém ajuda a revelar quem era Jesus e o que ele quis dizer. Um camponês analfabeto entra em Jerusalém e é o tão aguardado Messias, o verdadeiro rei dos judeus, que veio para libertá-los da escravidão – argumenta o escritor.

Ao explicar como esse Jesus que ele descrever chegou ao conhecimento popular como é retratado hoje, Aslan afirma que essa visão sobre Jesus surgiu quase 30 anos após a crucificação, pelas mãos de “judeus cristãos”. Citando Paulo como principal responsável por essa suposta transformação nos relatos sobre Cristo, ele afirma que, na tentativa de evitar as perseguições do Império, “transformaram o Jesus revolucionário num semideus romanizado”.


Zealot será lançado no Brasil em 2014.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

CIÊNCIA E CRISTIANISMO SÃO COMPATÍVEIS ?


Parte - I
Jesus e a Criação


As testemunhas oculares de Jesus contam que ele demonstrava continuamente poder criativo sobre as leis da natureza. O Novo Testamento nos diz que antes de Jesus tornar-se um homem, ele possuía uma existência eterna como o Pai nos céus. De fato, o autor de Hebreus e os apóstolos João e Paulo escrevem de Jesus como o Criador. Paulo diz aos Colossenses:
“Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. Pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste.” Colossenses 1:15-17 NVI
Quando Paulo disse que “ele [Jesus ] é antes de todas as coisas”, ele fez uma declaração que não possuía embasamento científico na época. De fato, os cientistas achavam que a matéria sempre havia existido em uma forma ou outra.
Os materialistas argumentavam que se a matéria sempre existiu, nunca houve uma criação. E isso levou o ateu Carl Sagan a declarar na TV internacional que “o cosmos é tudo o que jamais existiu ou existirá”.
A visão materialista do mundo de Sagan e a visão cristã do mundo não podem ambas estar certas. A questão é: a ciência esclareceu nossas origens? Então, em quem devemos acreditar? E foi esta a questão enfrentada pelo jovem Jeff Smith de apenas dezessete anos.
Jeff estava confuso. No acampamento ele ouviu que Jesus Cristo oferece perdão pelos pecados e vida eterna. Além disso, ele descobriu que Jesus nos projetou para ter uma vida com significado, propósito e esperança. Pela primeira vez na vida Jeff sentiu como se entendesse o porquê de estar aqui na Terra. Ele queria perdão para seus pecados, queria que sua vida tivesse significado e propósito.
Mas Jeff lutava intelectualmente. Ele queria acreditar que Jesus era real, mas ele amava a ciência. Ele pensava “será que é possível acreditar tanto na criação quanto na ciência?”.
Para Jeff e outros que querem acreditar tanto em Deus quanto na ciência, temos boas notícias. Nas últimas décadas, um crescente número de cientistas líderes falaram publicamente sobre incríveis novas evidências que suporta a visão bíblica da criação. E muitos desses cientistas não possuem fé pessoal em Deus.
Então, qual é esta evidência que fez com que tantos cientistas repentinamente falassem de um Criador? Para responder a essas questões precisamos abordar as descobertas recentes da astronomia e biologia molecular, deixando que as evidências falem por si mesmo. [Para um estudo mais aprofundado, leia os artigos em www.y-Origins.com]


Parte - II

Início único


Ao longo de toda a história da humanidade, o homem observou com admiração as estrelas, perguntando-se o que eram e como chegaram até lá. Apesar de em uma noite clara serem visíveis apenas cerca de 6 mil estrelas, trilhões delas espalham-se por bilhões de galáxias.
Contudo, antes do século 20, muitos cientistas acreditavam que nossa galáxia Via Láctea fosse o universo completo, e que existiam apenas certa de 100 milhões de estrelas. O ponto de vista que prevalecia mesmo na época é que nosso universo material sempre existiu.
Porém, no início do século 20, o astrônomo Edwin Hubble descobriu que o universo de fato teve um início. E um início deixa implícito um “iniciador”, conforme firmemente indicado na Bíblia. Materialistas interessados como Sir Fred Hoyle rejeitaram a ideia de um início único, chamando a explosão sarcasticamente de um “big bang” (grande boom). Contudo, a evidência de um início continuou a se fortalecer. Por fim, em 1992, os experimentos do satélite COBE provaram que o universo de fato teve um início único.  Os descrentes foram silenciados com evidências irrefutáveis. Por falta de um nome melhor, este início tornou-se conhecido pelo nome sagrado de “o big bang”. (veja “De volta ao início”)
Muitos cientistas perceberam que esta descoberta era semelhante com o relato do início em Gênesis. Além disso, perceberam que antes da criação nem matéria nem energia poderiam ter existido. Assim sendo, após muitos anos de crenças erradas, a ciência veio a concordar com a Bíblia que tudo veio do nada.
Alguns cientistas viam um grande problema nesta confirmação da Bíblia e buscaram outras explicações. Contudo, nem todos pensam da mesma forma. O agnóstico George Smoot, cientista ganhador do Prêmio Nobel e encarregado do experimento COBE, admite:
“Não existem dúvidas de que há um paralelo entre o big bang como evento e a noção cristã de criação a partir do nada”.
Os experimentos COBE e teoremas de Einstein confirmaram uma criação única do universo, um fato que a Bíblia havia sustentado por mais 3500 anos.



Parte - III

Ajustado para a vida


Já foi difícil para os materialistas aceitarem a evidência de um evento de criação único. Mas descobertas ainda mais surpreendentes sobre o universo surgiriam.
Os cientistas calcularam que para que a vida existisse, cada uma das leis da natureza deveria estar precisamente ajustada. Em outras palavras, a gravidade e outras forças naturais deveriam ter uma medida dentro de parâmetros bem restritos ou o universo não poderia existir. Caso a força da criação fosse mais fraca, a gravidade teria puxado para a matéria de volta para uma “grande trituração”. Caso fosse mais forte, as estrelas e galáxias não teriam sido formadas.
Da mesma maneira, nosso sistema solar e planeta também precisavam estar no local exato para existirem. Por exemplo, todos entendemos que sem uma atmosfera de oxigênio, nenhum de nós poderia respirar. E sem oxigênio, a água não existiria. Sem a água não haveria chuva e colheitas. Outros elementos como hidrogênio, nitrogênio, sódio, carbono, cálcio e fósforo também são essenciais para a vida.
O tamanho e natureza do nosso planeta, do sol e da lua também precisaram ser exatos. E existemy-origins.com que precisavam ser detalhadamente ajustadas ou não estaríamos aqui para pensar sobre isso.
Os cientistas que acreditavam em Deus podem ter esperado tal necessidade de exatidão, mas os que não possuem fé não foram capazes de explicar essas incríveis “coincidências”. O físico teórico Stephen Hawking, um agnóstico, escreve:
“O fato incrível é que os valores desses números parecem ter sido ajustados com muita exatidão para tornar possível o desenvolvimento da vida”.
Os cientistas avaliaram a probabilidade de tal ajuste assombroso ter sido acidental. Os estatísticos sabem que mesmo tiros às cegas podem acertar o alvo. Então, qual é a probabilidade contra a existência de vida por puro acaso? De acordo com a maioria dos cientistas, as chances de nós estarmos aqui por puro acaso é impossível.
Os cosmologistas compararam as probabilidades contra a vida ocorrer por acidente os as de atirar uma flecha da Terra em um pequeno alvo em Plutão e acertar na mosca. Imagine a engenharia necessária para que tal façanha fosse possível. Tal probabilidade seria comparável com ganhar mais de cem loterias comprando apenas um tíquete de cada uma. Impossível — a menos que este resultado fosse arranjado por alguém nos bastidores. E é isso que muitos cientistas vêm concluindo — que alguém nos bastidores projetou e criou o universo.


Essa probabilidade incrível está muito além de qualquer acaso. Essa nova compreensão do universo levou cientistas como George Greenstein a perguntar:
“É possível que repentinamente, sem intenção, tenhamos nos deparado com a prova científica da existência de um ser supremo?”.
Alguns materialistas tentaram explicar o ajuste do universo como sorte. Contudo, outros têm sido mais abertos para o realismo. Sir Fred Hoyle, agnóstico convicto, ficou surpreso com a evidência de um Criador, e declarou:
“Uma interpretação de bom senso dos fatos sugere que um superintelecto brincou com a física, bem como com a química e biologia, e que não existem forças ocultas dignas de nota na natureza”.
Einstein chegou à mesma conclusão. Apesar de não ter sido religioso e não acreditar em um Deus pessoal, Einstein ponderou sobre o gênio por trás do universo, chamando-o de “uma inteligência tão superior que, comparada com ela, todo o pensamento sistemático e atitudes dos seres humanos é uma reflexão infinitamente insignificante”.
Os cientistas continuaram a procurar uma explicação para o que poderia estar por trás da criação do universo. Mas quanto mais fundo cavavam, mais abismados ficavam com a origem inexplicável do nosso universo e seus incríveis ajustes.