segunda-feira, 29 de abril de 2013

EVANGÉLICOS NÃO SE PREOCUPAM COM CRESCIMENTO ESPIRITUAL DOS OUTROS

É o que revela a pesquisa da Lifeway que tenta fazer raio-x do discipulado nas igrejas atualmente. Quase três em cada quatro fiéis (74%) dizem ter relações significativas com as pessoas que frequentam a mesma igreja, mas menos da metade pretendem ajudar os outros crentes a crescer na fé. Esta é a conclusão de um estudo sobre discipulado divulgado pela LifeWay Research. O levantamento identifica “Construir Relacionamentos”, como um dos oito atributos do discipulado que estão presentes na vida dos cristãos espiritualmente maduros. Essa pesquisa faz parte de um estudo amplo sobre o que se espera do discipulado nas igrejas evangélicas. Os resultados revelam uma aparente despreocupação dos fiéis em exercer influência na vida de outros cristãos. Por exemplo, apenas 53% dos entrevistados afirmaram que concordam com a declaração “Eu realmente tento conhecer as novas pessoas que encontro na igreja”. Além disso, apenas 42% dizem que intencionalmente passam tempo com os outros crentes com o objetivo de ajudá-los a crescer em sua fé. Já 28% reconhecem que não ajudam os outros membros da igreja a crescer. Scott McConnell, diretor da LifeWay Research, explica que, “Os publicitários sabem que é necessário expor uma pessoa várias vezes à mesma coisa para chamar a atenção delas. Infelizmente, um visitante na igreja acaba precisando voltar de cinco a seis vezes em uma igreja antes que alguém se importe o suficiente para oferecer ajuda”. A pesquisa confirma que a melhor maneira de se construir relacionamentos na igreja é participar de pequenos grupos de estudo nas casas ou classes bíblicas no templo com poucos alunos. De acordo com a LifeWay, 33% dos fiéis frequentam as reuniões desse tipo em média quatro vezes por mês. Uma parte menos, 14%, participa duas ou três vezes por mês. Enquanto 12% afirmam comparecer apenas uma vez por mês. Por outro lado, 40% dizem que não frequentam nenhum grupo. “A Bíblia coloca o bom relacionamento entre os cristãos como um investimento no Reino”, disse McConnell. ”Na verdade, Hebreus 10:24 refere-se à necessidade de os cristãos serem estimulados mutuamente a praticar o amor e as boas obras.”

IGREJA CATÓLICA TRAÇA ESTRATÉGIAS PARA FREAR CRESCIMENTO DE IGREJAS EVANGÉLICAS EM ÁREAS POBRES


Um dos principais temas discutidos durante a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, da Igreja Católica, que terminou na última sexta-feira dia 19 foram as estratégias da igreja para reforçar sua presença em meio a comunidades mais pobres. Esse trabalho, voltado para as chamadas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), faz parte das iniciativas da Igreja Católica para recuperar sua presença nas áreas mais pobres, onde perde fiéis para as igrejas evangélicas. - É um jeito de fazer com que os leigos lá na base comecem novamente a se articular – explicou o presidente para comissão para o laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Severino Clasen. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o padre Benedito Ferraro, assessor da Ampliada Nacional das CEBs, afirma que a volta da discussão em torno desse tema, que havia perdido força com o distanciamento da Igreja Católica com a esquerda, é um reconhecimento de parte dos bispos de que a retração abriu espaço para as evangélicas, como a Assembleia de Deus. - Talvez representem uma época, da ditadura militar, e foi aí que o povo conseguiu ter voz… Em 30 anos, se faz um longo caminho. Então eu não posso simplesmente repetir o discurso de 1980 nem a prática de 1980 ao pé da letra – argumenta dom Cláudio Hummes sobre as Comunidades Eclesiais de Base. Defensores das CEBs esperam grande apoio do papa Francisco, que como bispo foi o relator Documento de Aparecida, que marcou o início da retomada das CEBs em 2007, na Conferência do Episcopado Latino-Americano. O apoio por parte do Papa é esperado tanto por ele ter participado do Documento de Aparecida quanto por sua defesa de uma “igreja para os pobres” – embora sem viés esquerdista. A própria eleição do papa Francisco, primeiro líder da Igreja Católica não europeu, foi atribuída por vário veículos de imprensa em todo o mundo como uma estratégia do Vaticano para frear o crescimento dos evangélicos, sobretudo na América Latina, e para impedir a diminuição no número de fiéis católicos.
A América Latina é, atualmente, a região do mundo que concentra o maior número de católicos em todo o mundo, número esse estimado em cerca de 1 bilhão e 100 milhões de pessoas. O Brasil é o país com o maior número de católicos, com 126 milhões de fiéis.
                                                             

PAPA FRANCISCO AFIRMA QUE A IGREJA CATÓLICA É A ÚNICA HABILITADA A INTERPRETAR A BÍBLIA SAGRADA


               Em seu primeiro discurso ante o Comitê da Bíblia do Vaticano, o Papa Francisco afirmou que a Igreja Católica é a única entidade habilitada a interpretar corretamente as escrituras. Defendendo a autoridade da tradição, o Papa afirmou que “a interpretação das escrituras não pode ser apenas um esforço intelectual individual, mas deve ser sempre confrontado, inserido e autenticado pela tradição viva da Igreja”.                       De acordo com o G1, o Papa jesuíta fez uma longa referência em seu discurso a um texto do Concílio Vaticano II (1962-1965), a Constituição ‘Dei Verbum’ (‘A Palavra de Deus’), sobre o papel da Igreja.
- O Concílio lembrou com grande clareza: tudo o que está relacionado com a maneira de interpretar as Escrituras está, em última análise, sujeito ao julgamento da Igreja, que realiza o seu mandato divino e o ministério de preservar e interpretar a palavra de Deus – afirmou o Papa, que disse também que “há uma unidade indissolúvel entre Escritura e Tradição”.
Reforçando os dogmas da Igreja Católica, o Papa defendeu igualdade de valor entre a Bíblia e as tradições da igreja, afirmando que elas são “conjuntas e se comunicam entre elas”, “formando, de certa maneira, uma única coisa”.
- A Sagrada Tradição transmite a Palavra de Deus plenamente (…) Desta forma, a Igreja tira a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas não só nas Sagradas Escrituras. Uma como a outra devem ser aceitas e veneradas com sentimentos semelhantes de piedade e respeito – completou.
               Como conclusão do discurso, o Papa Francisco afirmou estar denunciando “a insuficiência de qualquer interpretação sugestiva, ou simplesmente limitada a uma análise incapaz de acolher o significado global que tem sido construído há séculos pela tradição de todo o povo de Deus”.
               Por declarar que nenhum grupo fora da Igreja Católica teria poder para interpretar a Bíblia, essas afirmações do Papa se opõem diretamente à ideia defendida por diversos líderes cristãos de que ele aproximaria católicos e evangélicos, bem como a movimentos existentes dentro do catolicismo que buscam uma renovação estrutural dentro da Igreja.   Um dos grupos católicos que se opõem a essa interpretação é a “Iniciativa dos Padres”, movimento ao qual já se uniram 3.500 párocos na Europa e nos Estados Unidos, e que se o papa Francisco não realizar a modernização da Igreja, os católicos, decepcionados, abandonarão a religião em massa.
               Em um manifesto publicado em 2011, o grupo afirmou ser obrigado a seguir sua própria consciência e atuar independentemente dos ditados do Vaticano, “perante a rejeição de Roma de uma reforma que há tempos é necessária”. Entre as ideias defendidas pelo grupo, estão a ordenação de mulheres, dar comunhão a todos os “fiéis de boa vontade”, “inclusive divorciados” e permitir que também os laicos prediquem a palavra de Deus.
Reforma Católica
Apesar de seus discursos sobre a importância da tradição de Igreja, o Papa Francisco criou neste sábado um grupo de oito cardeais para aconselhá-lo no governo da Igreja e estudar um projeto de revisão da Cúria Romana, segundo a Veja.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

IGREJA MISSIONÁRIA CRISTÃ - DE SANTA CRUZ , REALIZA CASAMENTO DE LEVITAS DA IGREJA

      Assista o casamento e veja a grande surpresa na saída da Igreja !                      Veja as imagens feitas por um cinegrafista amador,  usando                    um celular.

        Saiba quem esteve lá



Nesse grandioso dia, em que os levitas da Igreja Missionária Cristã de Santa Cruz - AMICREI,  Bárbara Daniele e Omar Pettená se enlaçaram em matrimônio, houve a presença de muitas pessoas; e dentre elas pode haver alguém que seja conhecido seu e não lhe convidou.

Veja quem estava presente, além de outros: 
  • Irmão Paulo Ribeiro e sua esposa, irmã Maria Ezilda -1ª Igreja Batista de Santa Cruz
  • Irmão Jorge do Ministério de Louvor - Igreja Nova Vida (Aarão em Santa Cruz)
  • Presbítero Luiz e sua esposa, irmã Bete - Igreja Vale da Bênção (Sepetiba)
  • Presbítero João Carlos Justo - Igreja Pentecostal Resgatando Vidas (Sepetiba)
  • Bispo Carlos Gomes - Igreja Ass. de Deus Ministrando A Palavra da Verdade (Anchieta)
  • Pastor Abraão Gonçalves e sua esposa, missionária Nilda Gonçalves (Boston/EUA)
  • Missionária Marli Torrens e família - Igreja Missionária Cristã de Santa Cruz - AMICREI
  • Sr. José Cocada (Ex-Administrador Regional da Pedra de Guaratiba) e família
  • Pastor Adilson Manoel - Ass. de Deus - Min. do Final dos Tempos no Brasil (Santa Cruz)
  • Pastor Carlos A. Neto e sua esposa irmã Aparecida - Igreja Evangélica Família Cristã
  • Pastor Dr. Jabes Vieira e sua esposa missionária Cleusa - AD. Central de Sepetiba
  • Pastora Flávia - Igreja Pentecostal do Bairro Jabour
  • Pastor Cléber Santos e sua esposa irmã Isabel  (Macaé)
  • Missionária Maria da Penha - Igreja Independente Batista de Sião (Sepetiba)
  • Pastor Leonardo e Ministério Temor e Juízo - Igreja de Nova Iguaçu 
  • Irmã Simone e seu esposo irmão Romualdo - Igreja Maranata  (Campo Grande).
E muitos outros amigos e irmãos que preferiram o anonimato.