terça-feira, 14 de março de 2017

Filhos do Diabo querem queimar Bíblias e invocar o Satanás em universidade nos EUA

Alegando liberdade religiosa, grupo anuncia que fará sacrifício animal






Um grupo de universitários anunciou que realizará em breve uma cerimônia “neosatânica” na Universidade de Clemson, na Carolina do Sul, EUA. Usando o nome de Clemson Unorthodox Neo-Satanic Temple, eles distribuíram convites com símbolos satânicos, onde prometem fazer o sacrifício de um cordeiro e derramarem sangue do animal, além de queimar Bíblias.
Esse ritual satânico público teria a intenção de “invocar Bafomete”, um dos muitos nomes do diabo, que é representado por uma figura com corpo humano, mas cabeça de bode. A pessoa que levar mais Bíblias para serem queimadas ganha um prêmio.
Os estudantes alegam estarem exercendo seu direito à liberdade religiosa. Os membros do Templo Satânico utilizam uma decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, de 2001, a qual determinou que todos os grupos religiosos têm o direito de usar os espaços das escolas públicas após o período de aulas.

Até o momento os membros do Clemson Unorthodox Neo-Satanic Temple não divulgaram imagens nem do sacrifício nem da queima de Bíblias, que ocorreria esta semana. Mesmo assim, o simples anúncio de que fariam isso suscitou amplo debate na Universidade, com muitos alunos defendendo essa demonstração como a promoção da “tolerância religiosa”.
Segundo os organizadores da “queima de Bíblias”, essa seria uma maneira de protestar contra a abertura de uma nova capela no campus da universidade de Clemson. Ao custo de US $ 6 milhões, o espaço com capacidade para 150 pessoas foi construído para abrigar “estudantes de todas as crenças religiosas” e que funcionará como local para casamentos ou funerais no campus.
Esta não é a primeira vez que um grupo universitário anuncia ritual satânico em um campus universitário. Em 2014, um grupo de “estudos culturais” da Universidade de Harvard,  planejou uma grande “missa negra satânica” no campus de Harvard, mas foi cancelada depois dos protestos de grupos de pais, alunos e professores.
A mesma organização que ajudou a planejar o evento, o Templo Satânico, anunciou em 2016 o lançamento de um clube satânico para crianças nas escolas públicas como atividade de “contra turno” opcional. 
De acordo com seus idealizadores, o grupo está mais interessado em promover a “rebelião contra a tirania e o governo autoritário”, procurando mostrar que existe preconceito religioso contra grupos não cristãos.
Em nome da “diversidade”, querem que o satanismo seja reconhecido como uma religião com os mesmos direitos das demais. Com informações de The Blaze

         Na imagem à direita, vemos o mais antigo menino diabo, Brasinha ( nome aqui no Brasil ); mais antigo que Hell`s Boy.   Seria então um "Clube do Brasinha", como o "Clube do Bolinha"? 
     O pastor Carlos A. Neto disse: " Na minha infância, sempre tive o pensamento de que o "sistema" secular estaria preparando as crianças para um futuro (que já estamos) em que adorar ao Diabo seria algo natural e recompensador... que bruxas, caveiras, lobisomens, duendes, zumbis e outros tipos de monstros são tão normais e amigos como Papai-do-céu e seus anjinhos."

quinta-feira, 9 de março de 2017

Pastor Franklin Graham diz que Walt Disney se escandalizaria se visse no que a empresa se tornou

As recentes manifestações de apoio da Disney à agenda da militância LGBT levou o pastor Franklin Graham a comentar os episódios, lamentando que a gigante do entretenimento tenha se tornado uma ativista pró-homossexualidade.
Franklin Graham afirmou estar decepcionado com os rumos que a Disney tomou, lembrando que, anos atrás, a empresa era conhecida do público como uma produtora de conteúdo que exaltava a importância da família.
“A Disney exibiu um desenho animado com casais gays se beijando e também foi anunciado que seu novo filme, A Bela e a Feracontará com um personagem gay, em uma tentativa de normalizar esse estilo de vida. Eles estão tentando forçar a introdução da agenda LGBT no coração de seus filhos. Cuidado!”, alertou o pastor, que é filho do respeitadíssimo evangelista Billy Graham.
Fazendo uma ponderação rara entre líderes evangélicos, o pastor admitiu que a empresa tem autonomia para escolher personagens e temas de suas produções, afinal, está sediada em um país democrático. Porém, ele frisou que os evangélicos também têm a liberdade de rejeitar os desenhos, filmes e séries dela.
“A Disney tem o direito de fazer seus desenhos animados, é um país livre. Mas como cristãos, também temos o direito de não apoiar essa empresa. Espero que os cristãos em todo lugar digam não à Disney”, disse.
+ Cinema cancela exibição de A Bela e a Fera após Disney confirmar cena gay
Por fim, Franklin Graham revelou que conheceu pessoalmente o fundador da empresa e afirmou que se estivesse vivo, o visionário desenhista ficaria arrasado ao ver no que sua companhia se transformou: “Conheci Walt Disney quando eu ainda era um menino. Ele foi muito gentil comigo, com meu pai Billy Graham e meu irmão mais novo, quando o visitamos. Ele ficaria chocado ao ver o que aconteceu com a empresa que ele mesmo fundou”, lamentou.
           O pastor Carlos A. Neto, autor do Dias Finais, faz lembrar esses "brinquedos" eletrônicos que é encontrado em Shoppings de quase todo mundo; em que a criança para ter a sensação de gangorra, moto ou cavalinho-de-balanço senta-se sobre a região onde supostamente estaria o órgão genital dos personagens Disney.  Somando-se ao movimento de vai-vem e em baixo e em cima, o "brinquedo" passa a ideia de que a criança está "cavalgando sexualmente" no Pato Donald.   Observe ainda, que o Pato Donald (imagem acima) parece estar com os olhos fixos na genitália da criança e apresentando um sorriso meio maroto.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Mutilada por muçulmanos, filha de missionário morre e Jesus a ressuscita.

Uma jovem adolescente, filha de um missionário, foi capturada por extremistas muçulmanos e passou por uma mutilação genital. Em decorrência da agressão, a jovem ficou em estado grave e ficou em coma por seis dias antes de falecer.
O missionário, identificado apenas como Yoonus (por questões de segurança), trabalha para a organização missionária Bibles 4 MidEast em um país africano, e relatou a um pastor ligado à organização que sua filha, Lydia, foi raptada quando voltava da escola. Após ser mutilada, foi socorrida e internada, mas não resistiu e terminou por falecer.
Os médicos confirmaram sua morte e, uma hora depois da declaração de óbito, os funcionários do hospital removeram o corpo para uma sala de espera. A família, acompanhada de outros cristãos e amigos, se reuniram no local enquanto aguardavam a liberação para o funeral.
Procedimento padrão, uma equipe formada por médicos e enfermeiras foi fazer a checagem final no corpo, que estava coberto com um lençol hospitalar. Ao perceber que o tecido havia se mexido, consideraram que poderia ter sido uma lufada de vento, mas antes que ignorassem o acontecido, novamente o pano se movimentou, só que de forma contundente.
As testemunhas afirmaram que, de repente, a adolescente levantou e disse: “Mamãe, nosso Senhor Jesus, nosso Senhor e Deus Jesus Cristo!”, apontando para o céu.
As pessoas que presenciaram a cena se assustaram, e no meio da correria, gritavam “É um fantasma! Fantasma!”. Dois funcionários do hospital desmaiaram, enquanto os demais recuavam, receosos.
“Mamãe, eu sou Lydia … não sou um fantasma”, disse a menina. “Eu estou viva! Jesus me deu a vida de volta e me curou! Veja: Ele está simplesmente desaparecendo lá nas nuvens!”, acrescentou. O que seria o início de um velório, transformou-se num culto de graças, com os cristãos louvando a Deus pelo milagre da vida restaurada.
“Minha alma saiu do meu corpo e eu estava morta. Anjos vieram para me receber no céu. Mas Jesus apareceu diante de mim e disse: ‘Não vou rejeitar as orações de meus filhos. Meus olhos estão sobre meus filhos e os ouvidos estão abertos às suas orações. Então eu te dou sua vida de volta, pois as questões da morte me pertencem. Vá, e seja minha testemunha”, contou Lydia, sobre sua experiência de morte.

“Então ele colocou seu rosto de encontro ao meu, soprou em minhas narinas e minha alma voltou ao meu corpo. Então ele moveu suas mãos com cicatrizes dos cravos sobre meu corpo e me curou completamente!”, concluiu.
" Não sei como pode existir pessoas, que ainda afirmam que Jesus não existiu."  Disse o Pastor Carlos A. Neto, autor do blog Dias Finais, depois de tomar conhecimento de mais este testemunho de Jesus Cristo, entre os muçulmanos.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Origem do Carnaval - Sabe quem é o Rei Momo ?


     Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.
O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
                 O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.
Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.
              Ao pesquisarmos sobre os festejos que marcam o carnaval, geralmente nos deparamos com a lógica e a significação instituídas pelo calendário cristão. Sob esse contexto, o carnaval compreende um período de celebração que antecede a resignação espiritual que inclui o período que vai da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo Pascoal. No entanto, quando observamos as manifestações de outras civilizações milenares também conseguimos notar a prática de celebrações de tom carnavalesco.
               Pesquisando sobre os povos orientais, podemos apontar a anulação temporária das convenções sociais e das outras distinções que organizavam seu mundo. Entre os babilônios havia a organização de festas anuais de verão, conhecidas como Sacéias. No seu conjunto, tal festividade era orientada pela inversão completa das hierarquias sociais. Ao longo de um período de cinco dias, os servos poderiam incorporar os gestos e comportamentos de seus superiores.
                 Outra instigante manifestação organizada durante a Sacéia envolvia a escolha de algum prisioneiro para ocupar o lugar da autoridade real. Nesse curto período, o reles detento poderia vestir as roupas do rei, comer em sua mesa e até desposar as mulheres do mesmo. Após a experiência de regalo e alegria, o pobre coitado era submetido à chicotadas e depois morto por algum cruel ritual de execução. Tragicamente, a inversão da realidade chegava ao seu fim.
                  Em outro tipo de manifestação, os babilônicos tinham o costume de assinalar os limites da autoridade monárquica por meio de um curioso procedimento religioso. Durante os primeiros dias de cada novo ano, um sacerdote retirava do rei todos os emblemas que indicavam seu poder e o expunha a várias agressões físicas. Logo em seguida, o rei era levado aos pés do deus Marduk para declarar que não havia abusado do poder. Finalmente, era novamente consagrado e a ordem normal das coisas era restabelecida.
                Os assírios também realizavam outra celebração bem próxima de algumas ações comumente observadas no carnaval de rua contemporâneo. No mês de março, os integrantes dessa poderosa civilização organizavam uma festa em tributo à deusa Ísis, divindade de origem egípcia responsável pela proteção dos navegantes. Os seus participantes costumavam utilizar máscaras durante uma procissão em que um carro transportava uma embarcação a ser oferecida para a deusa.
Na Roma Antiga, as chamadas Saturnálias eram festas em que toda a população estava livre das distinções sociais que orientavam sua vida cotidiana. Durante uma semana, os senhores utilizavam os chapéus de seus subordinados e ofereciam comida aos seus serviçais. Na mesma época, um rei era sorteado para ter todos os seus desejos prontamente atendidos. Dessa maneira, a tradição renovadora que assinala o carnaval pode impressionantemente atravessar os séculos.
Após a disseminação do cristianismo e a consolidação da hierarquia católica, as festas carnavalescas sofreram diversos episódios de perseguição. De acordo com os líderes da Igreja Cristã, as inversões e situações fantasiosas afrontavam o mundo criado pelo Senhor. No entanto, mesmo com sua influência e poder, a Igreja não conseguiu dar fim a essas festividades que ainda se mostram vivas em diversas culturas espalhadas pelo mundo.

A palavra carnaval, do latim carnis levale, significa “retirar a carne”. O sumiço desse item do cardápio representa uma preparação para a quaresma, período dedicado à abstinência, ao jejum e, simbolicamente, ao resguardo do cristão em relação a prazeres mundanos. A quaresma vai da quarta-feira de Cinzas ao domingo de Páscoa, no calendário móvel dos católicos. 



Tomou o mundo, entretanto, a interpretação de que os três dias que antecedem o suposto sacrifício do prazer deveriam ser um elogio ao excesso, e não uma preparação ritual do jejum. E isso está ligado às longínquas origens pagãs da folia.



Desde a Antigüidade, festas populares em várias culturas propunham algo muito parecido com o que se vê hoje no Brasil e no mundo: a suspensão momentânea do estatuto social, a inversão de papéis, de sexos e de valores, tudo com data marcada para terminar.



Só muito mais tarde essa catarse popular foi assimilada pelo calendário cristão, operação que resultou mais em fracassos do que em vitórias. No balanço geral, a derrota da religião diante do carnaval é retumbante. O cristianismo, por exemplo, jamais conseguiu esterilizar totalmente os loucos dias anteriores à quaresma, nem mesmo na Idade Média.

O REI MOMO
          O rei do carnaval brasileiro tem sua origem na mitologia greco-romana. ( Na mitologia grega, Momo (Reclamação) era uma das filhas que a deusa Nix, personificação da noite, teve sem um pai, ou com Érebo ("trevas" ou "escuridão" é, na mitologia grega, a personificação das trevas e da escuridão). - [ Poderia lembrar Satanás? ]
         
     Momo também lembra Loki (também conhecido como Loke) é um deus da mitologia nórdica. Deus da trapaça e da travessura, também está ligado à magia e pode assumir a forma que quiser. Ele não pertence aos Aesir (deuses que habita os céus), embora viva com eles. É frequentemente considerado um símbolo da maldade, traiçoeiro, de pouca confiança. [ Poderia lembrar Satanás? ]
         Momo foi escolhida para julgar qual deus, dentre Zeus, Poseidon e Atena, poderia fazer algo realmente bom. Zeus fez o melhor dos animais, o Homem, Atena fez uma casa para as pessoas morarem, e Poseidon fez o touro. Momo, então, que ainda vivia entre os deuses e tinha o hábito de não gostar de nada, criticou o touro porque não tinha olhos em baixo dos chifres que o permitissem mirar os seus alvos quando ele fosse dar uma chifrada, o homem por não ter uma janela no seu coração para que o seu semelhante pudesse ver o que ele estava planejando, e a casa porque ela não tinha rodas de ferro na sua base para que ela fosse movida).  

Na miscigenação com Roma, Momo passou a ser uma figura masculina.

       Momo, filho do Sol e da Noite, é conhecido como o deus da sátira, do sarcasmo, do culto ao prazer e ao entretenimento, do riso, da pilhéria, das críticas maliciosas, etc. Segundo a história, ele tinha o costume de criticar os feitos de outros deuses. Uma vez, solicitado para opinar sobre obras de Zeus, Atena e Prometeu, fez-lhes severas críticas. Irados, os deuses o expulsaram do Paraíso, vindo ele cair no planeta Terra. Dizem que veio para tirar o sossego dos homens. Teria sido?
        A cerimônia de coroação de Momo como rei vem do tempo da Roma antiga. Para os romanos, Momo era obeso e isso significava fartura e extravagância. Em razão disso, elegiam o mais belo soldado da tropa romana para ser coroado rei. Como rei Momo coroado, o escolhido podia brincar, comer, beber e fazer o que tivesse vontade durante seu curto reinado. Terminada a festança, ele era levado ao altar do deus Saturno para ser sacrificado. Depois de morto, era velado e enterrado com todas as honrarias de “um chefe de estado“. Se “rei morto, rei posto“, a cada ano era eleito um novo rei Momo.

           NA ESPANHA


           O Rei Momo parece ter surgido em Espanha, sob a forma dum boneco que se queimava, como forma de suavizar um costume antigo mais brutal, simbolizando a morte de Jesus Cristo propiciadora da sua ressurreição.
          Surge na literatura espanhola já no século XVI, na obra de 1553, "El Momo. La moral y muy graciosa historia del Momo: compuesta en latín y trasladada al castellano por Agustín de Almacan. En Alcalá de Henares". Correm então várias historietas sobre esta personagem burlesca.     novela picaresca espanhola La pícara Justina, publicada pela primeira vez em 1605 em Medina del Campo, alude ao Rei Momo, parodiando-o como Rey Mono, ou seja, Rei Macaco: "Ya guisa del rey Mono, hizo su trono", e "Hizo de las capas un trono imperial, poniendo por respaldar dos desaforados cuernos, parecía rey Mono puramente. 
               Esta figura apareceu em 1888 no Carnaval de Barranquilla, na Colômbia, como vestígio do Rei Burlesco da Antiguidade, sob a forma de uma personagem alegre e foliona que substitui o antigo Rei Momo, a qual era coroada nos salones burreros de Barranquilla     
               Este concedia a licença que autorizava a desordem carnavalesca com bombos, pratos e maracas, parodiando o cerimonial solene dos ministreis do Palácio que outrora saíam nos tempos coloniais à praça pública a ler os éditos dos vice-reis. Os costumes de nomear o Rei Momo ainda continua até os dias de hoje em Barranquilla, e o rei deve caracterizar-se pela sua permanente alegria e simpatia, estando encarregue de organizar o Desfile del Sur na calle 17 da cidade.
Pela mesma época o enterro do Rei Momo era festejado no Carnaval de Montevideu, sendo-lhe dedicadas quadras, como esta de 1892: "El Rey Momo ya murió / lo llevamos a enterrar / envuelto en una mortaja / de ajo, pimienta y sal...". Esta figura substitui na abertura dos corsos carnavalescos o clássico espanhol Marqués de las Cabriolas.

NO BRASIL

         Como comandante da folia do carnaval brasileiro, o rei Momo surgiu em 1932 (1933?), no Rio de Janeiro. Primeiro criaram um rei Momo na forma de um boneco de papelão. Esse boneco desfilou com um grupo de carnavalescos no centro do Rio de Janeiro e depois foi posto num trono e reverenciado como o rei da folia. No entanto, não obteve o sucesso esperado. No ano seguinte, resolveram escolher um homem bem gordo para Momo. A idéia partira de um cronista do jornal “A noite” e o primeiro rei Momo foi eleito lá mesmo, na redação daquele jornal. Assim, o colunista esportivo, Moraes Cardoso, possuidor das características momescas, foi coroado como o primeiro rei Momo. Saudado com confetes, serpentinas e lança-perfume, ele saiu com os foliões pela avenida afora. Gostou tanto que reinou até 1948, quando morreu. A moda de um rei Momo bem gordo pegou e continua como o símbolo do “dono” do carnaval do país.

ENTREGAR AS CHAVES DA CIDADE AO DEUS MOMO, QUE TRAGÉDIA


         E sabemos que é entregue as chaves da cidade todos os anos quando antecede o carnaval ao Momo. Mas após ser coroado, essa representação da entidade maligna, Momo, Baco, Dionísio, Saturno, recebe das mãos do prefeito da Cidade ou da autoridade máxima daquela Cidade, Estado ou País, as chaves da cidade. Este ato de entrega das chaves, no mundo espiritual tem uma repercussão devastadora, pois chave na Bíblia significa poder, autoridade, domínio, ligar, desligar e abrir e fechar.  Significa que esta Cidade estará entregue ao Diabo e seus demônios. ( Por quê se escreve Diabo com letras minúsculas hoje em dia, se é um substantivo próprio, um nome ?
Isaias 22:22,               Apocalipse, 1:18, 3:7, 9:1 e 20:1.                     Mateus, 16:19
VISÃO ESPIRITUAL
        Meus irmãos e amigos cuidado, pois muitos estão no tempo da ignorância e estão festejando e elegendo para rei dessa festa carnal, o Rei MOMO, sem saber o que significa e sem saber a sua origem, muitos acompanham e participa adorando um rei que o seu significado é zombaria e rebeldia, esse MOMO, pela mitologia grega foi espulso do olimpo, e veio abitar na terra. Irmãos e amigos,venho levantar um ponto importante e  que é  interezante através dessa mitologia, pois quando Lucifer ( satánas) ainda era um anjo no céu, ele regia um lindo coral para Deus, e lovava ao nosso Senhor, mais certo dia esse anjo queria ser maior que o próprio Criador, então foi espulso do céu, esse anjo era enganador, e conseguiu enganar outros anjos que acabaram caindo junto com ele, hoje satánas vive querendo zombar, e destruir as obras de Deus aqui na terra, através do seu espirito maligno e seus seguidores( demônios), "que Deus nos livre". Veja como é semelhante da mitologia, pois irmãos e amigos, todos que são evangélico em ação, cuidado pois satánas esta utilizando de uma mitologia grega, para destruir nossas famílias através dessa festa carnal, que se chama carnaval, quando alguém sai para festejar esta acompanhando o rei momo, e adorando a satanás, pois quem é o rei da mentira?, quem é o rei da carne? e o rei da zombaria?, quem é o rei desse mundo?, quem é o que destroi familia e tem ódio do povo de Deus? quem é que nos quer levar para o inferno e destruir nossas vidas para sempre? sabe quem é? isso mesmo satánas ou posso dizer o rei momo, o principe desse mundo, lucifer, mas Deus nos livre através do seu sangue, irmãos a esperança, amigos ainda a esperança, Jesus veio para acabar com as obras de satánas, e nos livrar da condenação eterna, basta cada um de nós nos arrepender e não seguir no rumo desse mundo, mais sim seguir a palavra de Deus, que nos diz que Jesus é o único caminho a única verdade e a vida, só Jesus pode nos dá a verdadeira alegria, que o sangue de Cristo nos perdoe e nos livre de todo mal, lembre-se adore só a um que é Senhor dos senhores, Reis dos reis, Jesus Cristo só Ele merece toda nossa adoração. Amém

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

sábado, 23 de julho de 2016

PF prende onze "terroristas" do Estado Islâmico que planejavam ataque nas Olimpíadas

A operação Hashtag, da Polícia Federal, prendeu ontem, 21 de julho, dez brasileiros que prestaram juramento ao Estado Islâmico sob suspeita de planejarem um ataque terrorista nas Olimpíadas do Rio de Janeiro.
O total de investigados soma catorze pessoas, mas dois estão foragidos e outros dois foram conduzidos para depor. Os nomes foram divulgados, e alguns deles adotaram nomes árabes ou falsos para usarem as redes sociais, numa tentativa de ocultar sua identidade real.
Alisson Luan de Oliveira, Antonio Andrade dos Santos Junior (Antonio Ahmed Andrade), Daniel Freitas Baltazar (Caio Pereira), Hortencio Yoshitake (Teo Yoshi), Israel Pedra Mesquita, Leandro França de Oliveira, Leonid El Kadri de Melo (Abu Khalled), Levi Ribeiro Fernandes de Jesus (Muhammad Ali Huraia), Marco Mario Duarte (Zaid Duarte), Matheus Barbosa e Silva (Ismail Abdul-Jabbar Al-Brazili), Mohamad Mounir Zakaria (Zakaria Mounir), Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo (Ali Lundi), Valdir Pereira da Rocha (Valdir Mahmoud) e Vitor Barbosa Magalhães (Vitor Abdullah) estão sob investigação da Polícia Federal, sendo que El Kadri e Pereira da Rocha já têm uma condenação por homicídio.
Antonio Andrade dos Santos Junior, 34 anos, é um ex-cristão que se tornou ateu, mas foi convertido pelo radicalismo islâmico. O caso de Santos Junior é um exemplo do poder de convencimento da propaganda do Estado Islâmico.
De acordo com informações da revista Veja, as autoridades têm conhecimento de 32 brasileiros que juraram fidelidade ao grupo extremista islâmico. Desses, ao menos quatro, estão entre os investigados pela Operação Hashtag.
O suspeito Mohamad Mounir Zakaria é um empresário brasileiro proprietário de cinco empresas de confecção na região do Brás, bairro da capital paulista, e é o segundo diretor de patrimônio da Liga da Juventude Islâmica Beneficente do Brasil, cuja mesquita fica no Pari, bairro vizinho ao Brás.
Leonid El Kadri é um sul-mato-grossense que trabalhava como mecânico em uma agropecuária da cidade de Campos de Júlio (MT), onde morava. Ele tem uma ficha policial extensa, tendo cumprido pena de 18 anos e oito meses de prisão por homicídio e roubo qualificados. Na juventude, estudou em uma escola evangélica, além de participar de um grupo de escoteiros do Tocantins. Atualmente, cursava engenharia na Faculdade Anhanguera.
Zaid Mohammad Abdul-Rahman Duarte nasceu Marcos Mário Duarte em 1974, na Ilha de São Luís do Maranhão. Convertido ao islamismo em 2003, ele vivia na cidade de Amparo, interior de São Paulo, e se diz o idealizador, fundador, vice-presidente e Emir da Sociedade Islâmica do Maranhão, além de manter um blog com uma frase em inglês que diz “você está entrando em uma zona controlada pela Sharia. Regras islâmicas aplicadas”, referindo-se ao código islâmico usado como lei civil por grupos extremistas.
“Eu não sou o primeiro, nem o único, nem o último muçulmano vivendo num país ocidental vítima de todo tipo de má sorte imposta pela propaganda guerreirista que a mídia sensacionalista pró-guerra sangrenta americana vem travando contra a religião de Allah”, diz Zaid Duarte em uma de suas postagens.
Guerra ao terror
Os suspeitos foram rastreados pela Divisão Antiterrorismo da Polícia Federal, através de monitoramento de mensagens trocadas pelos suspeitos em redes sociais, principalmente pelos aplicativos de mensagens instantâneas como Telegram e Whatsapp.
Durante o monitoramento, a PF detectou conversas em que eles demonstravam apoio aos últimos atentados do Estado Islâmico e faziam referências a uma tentativa de compra de uma arma no Paraguai.
A PF descobriu que um deles fez contato, por e-mail, com um fornecedor de armas clandestinas naquele país, orçando fuzil AK-47. Até agora, a Polícia Federal não descobriu indícios de que os brasileiros recebiam apoio financeiro do Estado Islâmico.
“Houve pedido do líder [dos brasileiros] para que começassem a pensar uma forma de financiamento, mas não houve [o financiamento em si]”, afirmou o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes.
Todo o trabalho de monitoramento foi feito com autorização judicial, e flagrou conversas com discussões de táticas de guerrilha, expressões de intolerância racial, de gênero e, principalmente, religiosa.
Em algumas das mensagens interceptadas, a PF flagrou a comemoração dos suspeitos pelos atentados ocorridos em Orlando (EUA) e Nice (França), além das execuções de “infiéis” feitas pelo Estado Islâmico no Oriente Médio.

Os dez presos foram detidos nos estados do Amazonas, Ceará, Paraíba, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.